O juiz Ricardo Henriques Pereira Amorim, Titular da Vara Única da Comarca de São José de Piranhas realizou palestra de prevenção às drogas. A convite da coordenação da Escola Municipal de Ensino Fundamental Antônio Lacerda Neto, o magistrado usou de seu conhecimento para promover reflexão e conscientização a crianças e adolescentes, alertando e promovendo prevenção às drogas.
“Foi com grande alegria que recebi o convite para participar da educação dos jovens do Município, ministrando um momento de meditação sobre o prejuízo das drogas em suas vidas”, afirmou o magistrado. “Trouxemos informações científicas sobre os danos psíquicos e físicos que o uso de drogas pode-lhes causar, além de expor com notícias jornalísticas os prejuízos sociais decorrentes: violência, acidente, miséria, criminalidade, etc. Assim, ficou claro que a experiência com a droga era um contrassenso para jovens que nutriam sonhos tão belos, mas exigentes”, informou o juiz Ricardo Amorim.
“Na oportunidade, também trabalhamos as perspectivas dos adolescentes, convidando cada um a refletir e expressar sobre o que desejam para suas vidas”, observou o juiz. “Sentimos os jovens atentos e participativos, acolhendo as provocações. Espero que as meditações propostas gerem frutos concretos na vida desses adolescentes e fico feliz que a experiência como juiz possa contribuir de alguma forma na história de cada um deles”, declarou.
A partir daí, o juiz apresentou informações científicas sobre os danos psíquicos e físicos que o uso de drogas pode-lhes causar, além de expor com notícias jornalísticas os prejuízos sociais decorrentes: violência, acidente, miséria, criminalidade, etc. Assim, ficou claro que a experiência com a droga era um contrassenso para jovens que nutriam sonhos tão belos, mas exigentes.
“Então pudemos expor para eles um pouco da relação do ser humano com o sofrimento inevitável, mas capaz de oferecer sentido e valor a partir da atitude de cada um, com seu modo único, perante a própria dor. Também foi possível ressaltar que a vida sempre vale a pena e é fonte contínua de prazeres, não sendo necessário recorrer aos gozos deletérios e entorpecentes, bastando estar atento aos acontecimentos”, seguiu Ricardo Amorim.
Ao avaliar a atividade, o magistrado concluiu que sentiu os jovens atentos e participativos, acolhendo as provocações. “Espero que as meditações propostas gerem frutos concretos na vida desses adolescentes e fico feliz que a experiência como juiz possa contribuir de alguma forma na história de cada um deles”, comemorou.